Cultura da crendice na impunidade
Infelizmente no Brasil, de fato a justiça é cega, e por que não dizer, sonsa. Os que ocupam cargos de defensores do povo acabam sendo os primeiros a agredirem fica e moralmente. Basta vermos o caso do advogado cadeirante Anatole Magalhães Macedo, de 35 anos, foi agredido a socos e coronhadas pelo delegado de São José dos Campos (91 km de São Paulo) Damasio Marino, por causa de vaga reservada para pessoas com deficiência em um estacionamento da cidade.
A briga começou quando o delegado estacionava na vaga especial, em frente a um cartório na região central de São José. Anatole não gostou e foi tomar satisfações com o delegado.
''Ele me chamou de aleijado fdp. A única coisa que consegui fazer foi cuspir no carro dele, porque me senti desrespeitado", disse o advogado, que contou ter sido agredido no rosto a coronhadas.



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