Professores Reclamam de preconceito na peça de teatro a Fábrica de Chocolate
![]() |
| Foto da internet |
A incrível e popular peça de teatro, A Fantástica Chocolate, apresentada neste mês de Junho no Teatro do Clube do Exército pela Pinheiro Produções traz uma incógnita no meio cultural de Brasília: Há preconceito socioeconômico ao reservar assentos privilegiados para Escolas Particulares tidas como "Escola da Elite"?
Uma professora até perguntou que porque não poderiam sentar na frente, haja vista que os alunos dela são quase bebes e chegaram primeiro, mas a resposta foi simples: "Está reservado". Ela retrucou: "Há cobrança diferenciada na taxa do ingresso". Respondeu uma organizadora: "Não". E se ausentou. A professora furiosa, gritou: "Somos da periferia, temos de ficar aqui no morro. Lá embaixo é Ipanema e Copacabana".
Desde a tenra idade, se atitudes do tipo prosperarem, os alunos da periferia se sentirão inferiores e os dos centro se sentirão superiores. A Arte, que deveria unir, faz, na verdade, uma segregação socioeconômica, com fins unicamente capitalistas, tal como já denunciavam os pensadores da Escola de Frankfurt.Até a publicação desta a Pinheiro Produções não respondeu as indagações.



0 comentários: